Brasil entra com expectativa de mobilizar 1,3 Trilhões de dólares para financiamento de ações contra a crise climática, e sai com 300 milhões. De acordo com o Greenpeace, um sinal positivo de união e direção” para uma conferência que começou com o pé direito.
Pontos negativos: A expectativa era de que o Brasil trouxesse para a negociação aspectos da proposta de mobilizar ao menos US$ 1,3 trilhão por ano até 2035 para financiar ações contra a crise climática, com foco nos países em desenvolvimento. Mas as perspectivas de avanço são remotas.
O que foi aprovado pelos países foram os US$ 300 milhões, mas o US$ 1,3 trilhão está sendo analisado.
Outra situação intrigante, é a ausência do governo americano em Belém. Foi uma decisão política de Donald Trump, que rompeu novamente com o Acordo de Paris e suspendeu metas de redução de emissões e desmontou programas de energia limpa criados na gestão Biden. A estratégia atual aposta na expansão de petróleo, gás e carvão. Por isso, enviar uma delegação à conferência do clima da ONU seria visto como contraditório com o discurso interno de Washington.
“Estou aqui (no Brasil) por conta da ausência de qualquer liderança do governo dos EUA, é um vácuo. É de deixar o queixo caído. Nem um representante, nem um espectador para tomar notas foi levado a Belém.”— Gavin Newsom, governador da Califórnia e opositor de Trump.
Fonte da matéria: G1












