O ano de 2025 marcou um ponto de inflexão extremamente negativo nos indicadores de segurança pública e direitos humanos no Brasil, registrando um recorde inédito no número de feminicídios em todo o território nacional. Este aumento alarmante nos crimes, que são definidos pela motivação de gênero, indica um agravamento dramático da violência direcionada às mulheres. Os dados consolidados, que pintam um panorama social sombrio, foram apurados pelas autoridades e divulgados oficialmente em 20 de janeiro de 2026, com foco exclusivo nas ocorrências do ano civil anterior.
A estatística mais impactante e que exige reflexão imediata reside na frequência com que essas tragédias ocorreram. Segundo o levantamento, o país testemunhou, em média, que quatro mulheres foram vítimas fatais desse crime por dia ao longo de 2025. Esse ritmo constante de mortes configura um cenário de crise persistente na segurança das famílias brasileiras, onde os lares continuam a ser os ambientes mais perigosos para o público feminino.
O índice recorde não apenas confirma a gravidade da situação, mas também lança uma luz incômoda sobre a ineficácia das estratégias preventivas e repressivas atualmente em vigor. A manutenção e o crescimento desses números letais demonstram a urgência crítica de que a sociedade e, principalmente, as esferas governamentais, respondam com mais veemência. É imperativo o desenvolvimento e a implementação de políticas públicas que sejam substancialmente mais eficazes, robustas e abrangentes no combate à violência doméstica e familiar. A persistência de tais estatísticas exige uma mobilização nacional para garantir a proteção e a vida das mulheres brasileiras.
Fonte da Matéria: CNN Brasil



